31 de dezembro de 2012
Filmes mais aguardados de 2013
1 - World War Z, de Marc Forster
2 - The Master, de Paul Thomas Anderson
3 - Lincoln, de Steven Spielberg
4 - Django Libertado, de Quentin Tarantino
5 - The Wolf of Wall Street, de Martin Scorsese
6 - The Counselor, de Ridley Scott
7 - To the Wonder, de Terrence Malick
8 - Night Train to Lisbon, de Bille August
9 - Stoker, de Chan-wook Park
10 - Maps to the Stars, de David Cronenberg
Cá está a necessariamente subjectiva lista dos filmes cujas estreias mais aguardo no próximo ano. Grandes realizadores, todos os géneros, e até uma adaptação literária parcialmente filmada em Portugal.
Melhores filmes de 2012
E pronto, chegou a altura do ano para as listas. Mais uma vez, um ano parco em cinema, mas sprintei um pouco mesmo no final, para chegar a uma lista minimamente decente.
1 - A Invenção de Hugo, de Martin Scorsese
2 - Prometheus, Ridley Scott
3 - Amor, de Michael Haneke
4 - Cloud Atlas, de irmãos Wachowski e Tom Tykwer
5 - Cavalo de Guerra, de Steven Spielberg
6 - Extremamente alto, Incrivelmente Perto, de Stephen Daldry
7 - Os Descendentes, de Alexander Payne
8 - Selvagens, de Oliver Stone
9 - Sombras na Escuridão, de Tim Burton
10 - Amigos Improváveis, de Olivier Nakache e Eric Toledano
Amor (Amour), de Michael Haneke
O envelhecimento, a dignidade, o amor. Impressionante, desde logo pela realização que recusa qualquer tipo de sentimentalismo. Depois, as fantásticas interpretações da dupla protagonista, mormente Jean-Louis Trintignant. Um dos grandes filmes do ano, sem dúvida.
«Cloud Atlas» (2012), de Larry Wachowski, Lana Wachowski e Tom Tykwer
Insólito pela ambição, «Cloud Atlas» é um dos objectos cinematográficos mais estimulantes dos últimos tempos. O resultado podia ser desastroso, mas é fascinante: uma espécie de fusão entre «Babel» e «Matrix», onde o mistério da condição humana é explorado tacteando as fronteiras espaciais, temporais, de género ou de raça. Um dos seus méritos maiores é manter o espectador agarrado e ansiando por saber o que vai acontecer a seguir. A música, a caracterização (mesmo que frequentemente roçando o caricatural), a montagem e o trabalho dos actores concorrem para o sopro épico que este filme espalha pela sua audiência. E quantas cenas memoráveis...
2 de janeiro de 2012
Filmes mais esperados de 2012

1 - Cosmopolis, de David Cronenberg
2 - A Invenção de Hugo, de Martin Scorsese
3 - Cavalo de Guerra, de Steven Spielberg
4 - Amour, de Michael Haneke
5 - Extremamente Alto, Incrivelmente Perto, de Stephen Daldry
6 - dois filmes de Terrence Malick ainda sem título
7 - Dark Shadows, de Tim Burton
8 - World War Z, de Marc Forster
9 - J. Edgar, de Clint Eastwood
10 - Prometheus, de Ridley Scott
E cá está o (viciante) exercício anual. Transita da lista do ano passado o filme de Scorsese; deixei de fora "Twixt", de Coppola (mas claro que quero ver); e ainda não vi "Melancolia", de Lars Von Trier, "Hereafter", de Clint Eastwood, "Rumo à LIberdade", de Peter Weir, "Contágio", de Steven Soderbergh, e "O Hospício", de John Carpenter. Raios...
31 de dezembro de 2011
Melhores filmes de 2011

E aqui fica a já habitual lista dos melhores do ano que, mais uma vez, foi pobrezinho, já que vi tão poucos...
A Árvore da Vida" é, de longe, o melhor e só os quatro primeiros são realmente óptimos.
1 - A Árvore da Vida, de Terrence Malick
2 - Meia-noite em Paris, de Woody Allen
3 - Cisne Negro, de Darren Aronofsky
4 - As Aventuras de Tintin, de Steven Spielberg
5 - Um Método Perigoso, de David Cronenberg
6 - O Discurso do Rei, de Tom Hooper
7 - Biutiful, de Alejandro González Iñarritu
8 - Planeta dos macacos - A origem, de Rupert Wyatt
9 - Gnomeo e Julieta, de Kelly Asbury
10 - Insidioso, de James Wan
1 de junho de 2011
A Árvore da Vida (The Tree of Life, 2011), de Terrence Malick

Sublime talvez não seja palavra bastante para descrever este novo filme de Terrence Malick. São filmes como este que moldam a sétima arte e nos fazem confrontar com esta condição de vivermos e sentirmos. Sim, um filme sobre a vida como, julgo, nunca se fez. As sequências centradas na família americana dos anos 50 são filmadas como se de memórias se tratassem, sempre com uma sublimação a roçar o transcendente. De uma beleza absolutamente incomparável. Enfim, há poucas palavras para o descrever. É ver para crer. Para um agnóstico, é um milagre ter sido convertido durante 2h30.
6 de janeiro de 2011
Filmes mais esperados de 2011

1 - The Tree of Life, de Terrence Malick
2 - Biutiful, de Alejandro Gonzalez Iñarritu
3 - Black Swan, de Darren Aronofsky
4 - Hugo Cabret, de Martin Scorsese
5 - Melancholia, de Lars Von Trier
6 - Hereafter, de Clint Eastwood
7 - The Way Back, de Peter Weir
8 - Twixt Now and Sunrise, de Francis Ford Coppola
9 - Contagion, de Steven Soderbergh
10 - The Ward, de John Carpenter
Como é habitual nesta época do ano, o meu exercício pavloviano. Fiquei deslumbrado com o trailer de "The Tree of Life". "Biutiful" e "Black Swan" transitam da lista anterior porque ainda não estrearam. Depois temos os novos de Scorsese, Coppola, Eastwood, Von Trier, Weir, Soderbergh e até Carpenter... Se houver dinheiro para ir ao cinema, o ano de 2011 até promete!
4 de janeiro de 2011
Melhores Filmes de 2010

E aqui fica a lista dos melhores do ano, mas este foi quase vergonhosamente pobrezinho, já que vi tão poucos... e, claro, parte substancial deles foram de animação (criança oblige). Vá lá, mesmo assim vi alguns grandes filmes não animados.
1 - A Estrada, de John Hillcoat
2 - Alice no País das Maravilhas, de Tim Burton
3 - Toy Story 3, de Lee Unkrich
4 - A Origem, de Christopher Nolan
5 - Shutter Island, de Martin Scorsese
6 - Nas Nuvens, de Jason Reitman
7 - O Laço Branco, de Michael Haneke
8 - A Rede Social, de David Fincher
9 - Shrek Para Sempre, de Mike Mitchell
10 - A Princesa e o Sapo, de Ron Clements e John Musker
15 de abril de 2010
Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland, 2010), de Tim Burton

Um prodígio visual - como nos habituou Tim Burton na sua obra - que não esquece a importância do argumento na construção de uma parábola sobre a normalidade e a assunção de responsabilidades. Os actores são fabulosos: desde o genial Johnny Depp à excelente descoberta que foi Mia Wasikowska, passando pela magnífica Helena Bonham-Carter, sem esquecer a voz estarrecedora de Alan Rickman. A grande vantagem do filme foi a sua adaptação livre à(s) história(s) de Lewis Carroll, acabando por ser mais fiel ao universo de Burton e, por isso, mais natural a imbricação entre o material escrito originalmente e aquilo que resulta no ecrã. Vê-se uma fluidez espantosa entre os dois (fantásticos) imaginários e é essa substância o que mais impressiona. A experiência 3D é belíssima e toda a construção visual deslumbrante. Uma obra-prima que fica a cintilar no contexto da superior obra de Burton, conseguindo conciliar magistralmente entretenimento infantil e virtuosismo técnico-artístico, sem descurar a história, que nos diz que "de são e de louco todos temos um pouco". E, por vezes, uma dose extra de loucura só traz vantagens.
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